"Há por parte da Caixa uma expectativa de crescimento do setor imobiliário, mas também há uma realidade. Esse é um ano de confiança e a certeza de que invertemos a curva e vamos ter desenvolvimento do setor. A demanda existe e tem muita gente interessada em investir em imóveis", declara Occhi.
Em janeiro e fevereiro deste ano, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. "Foram meses propícios para a comercialização de imóveis, para produção e geração de negócios imobiliários. E para nós, esse resultado já foi bem acima de 2016", explicou.
Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos para financiar a casa própria. Em 2016, o banco atingiu um montante de R$ 81 bilhões.
De acordo com o presidente do banco, o governo também tem adotado medidas importantes, como limite do teto dos gastos, queda nas taxas de juros. Há também expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) possa reduzir gradualmente a taxa Selic nos próximos meses, um componente de estruturação de preço. "A projeção da Caixa é que a inflação siga em um patamar controlado, entre 4,0% e 4,5% ao ano até 2020", completou.