Mercado imobiliário
Atualizado em: 21.set.2021
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Qual o valor do metro quadrado dos Apartamentos em São Paulo?

Saiba mais sobre quanto custa morar nos apartamentos em São Paulo em 2021

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Não é novidade que a pandemia mostrou para muitos novos conceitos e necessidades adicionais ao lar. O crédito para imóveis voltou a ser atrativo e as baixas taxas de juros do financiamento imobiliário contribuíram para o crescimento das vendas de imóveis na cidade de São Paulo.


O website Registro de Imóveis do Brasil (www.registrodeimoveis.org.br) que armazena todos os dados de transferência de bens imobiliários de quase todo Brasil, informou em seus indicadores que entre janeiro a dezembro de 2020, na região da Capital de São Paulo, contou com 130.241 registros de compra e venda de imóveis. Já os últimos 12 meses encerrados em junho de 2021, contou com 163.761 registros de compra e venda.

 

 



Ainda de acordo com o Registro de Imóveis, os últimos 12 meses encerrados em junho de 2021, somou 97.377 registros de alienação fiduciária, ou seja, de financiamentos imobiliários com o imóvel em garantia. No gráfico abaixo, também é possível notar a retomada da economia após a recessão de 2016.






Neste ano de 2021, os juros do financiamento imobiliário começaram a subir, porém tanto o governo como os bancos privados vem estimulando a compra de imóvel e criaram novas linhas de financiamento imobiliário para poder atender os mais variados perfis de público. Com essas medidas estimula a compra da casa própria, pois os valores dos imóveis permanecem com preços estabilizados e as taxas de juros continuam atraentes para o comprador, principalmente, se comparada aos juros aplicados no Brasil em 2016 e 2017.


Se a ideia for amortizar esse financiamento em um curto período, talvez, o interessante seria arriscar nas novas modalidades, IPCA ou Poupança, porém, se a ideia é a longo prazo, nos 30 anos, a TR é a recomendada, mesmo que neste cenário pareça mais cara, porém o risco será menor com as taxas iguais durante os 360 meses.


De acordo com Abecip, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, de janeiro a julho de 2021, o montante financiado somou R$ 115,83 bilhões, alta de 113,8% em relação ao mesmo período de 2020. Nesses primeiros sete meses de 2021 foram financiados, com recursos da poupança do SBPE, 499,12 mil imóveis, resultado 152,7% superior ao de igual período do ano passado.



Conhecida por ser a mais populosa cidade do Brasil com mais 12 milhões de paulistanos, São Paulo é o município com grande poder econômico. Pois é na Capital Paulista que estão localizados os maiores centros financeiros do país.


E ao escolher morar em São Paulo você terá a sua disposição a melhor infraestrutura do país como bancos, escolas, universidades, supermercados, hospitais, shoppings e tudo que precisa para ter uma vida completa na maioria dos bairros que compõe a capital paulista.


Desde 2017, o mercado imobiliário em São Paulo passa por reajustes de preços para deixar os valores do metro quadrado em um nível mais acessível com a realidade paulista. E a adesão ao home office na quarentena e o longo período de isolamento social fez com que pessoas passassem a enxergar melhor o seu lar. E fez muitos repensarem o seu espaço do dia a dia para comportar toda a família, o trabalho remoto e o homeschooling. 


Nesse ano de 2021, o Grupo SP Imóvel realizou um grande levantamento do custo do metro quadrado dos Apartamentos à venda em São Paulo, dos 8 bairros mais caros da Capital, dividindo esse número por 2 bairros por região, tendo como base o número de dormitórios e vagas de garagem:



Observação: Perceba que ocorre mudança de bairros entre uma tabela e outra.
 

Valor médio do metro quadrado dos Apartamentos
1 e 2 Dormitórios com 1 Vaga de Garagem
dos bairros mais CAROS de São Paulo
Bairro Região (ZONA) Valor médio m²
Vila Olímpia Zona Sul R$ 12.210,00
Itaim Bibi Zona Sul R$ 11.780,00
Pinheiros Zona Oeste R$ 11.640,00
Vila Madalena Zona Oeste R$ 11.650,00
Moóca Zona Leste R$ 6.880,00
Tatuapé Zona Leste R$ 6.850,00
Santana Zona Norte R$ 6.950,00
Parada Inglesa Zona Norte R$ 6.880,00
Dados Setembro 2021
Grupo SP Imóvel

 

Valor médio do metro quadrado dos Apartamentos
2 e 3 dormitórios com 2 Vagas de Garagem
dos bairros mais CAROS de São Paulo
Bairro Região (ZONA) Valor médio m²
Itaim Bibi Zona Sul R$ 13.600,00
Vila Olímpia Zona Sul *Prejudicado
Pinheiros Zona Oeste R$ 12,990,00
Vila Madalena Zona Oeste R$ 12,,420,00
Moóca Zona Leste R$ 7.770,00
Tatuapé Zona Leste R$ 7.600,00
Santa Teresinha Zona Norte R$ 7.670,00
Santana Zona Norte R$ 7.620,00
Dados Setembro 2021
Grupo SP Imóvel

*Prejudicado - Não foram cadastradas ofertas suficientes para uma análise completa

 

Caso queira localizar a pesquisa completa sobre o valor do metro quadrado dos principais bairros pelo zoneamento de São Paulo, clique nos links abaixo:
 

 

Valor médio do metro quadrado dos Apartamentos
3 e 4 dormitórios com 3 Vagas de Garagem
dos bairros mais CAROS de São Paulo
Bairro Região (ZONA) Valor médio m²
Itaim Bibi Zona Sul R$ 15.060,00
Vila Olímpia Zona Sul R$ 14.490,00
Pinheiros Zona Oeste R$ 13,050,00
Vila Madalena Zona Oeste R$ 12,150,00
Jd. Anália Franco Zona Leste R$ 8.500,00
Moóca Zona Leste R$ 7.900,00
Casa Verde Zona Norte R$ 9.040,00
Santa Teresinha Zona Norte R$ 8.780,00
Dados Setembro 2021
Grupo SP Imóvel

 


Na tabela a seguir, mostra-se a média do metro quadrado dos Apartamentos à venda Alto Padrão em São Paulo:

 

Valor médio do metro quadrado dos Apartamentos
3 Suítes ou 4 dormitórios com 3 ou 4 Vagas de Garagem
dos bairros mais CAROS de São Paulo
Bairro Região (ZONA) Valor médio m²
Vila Olímpia Zona Sul R$ 18.670,00
Itaim Bibi Zona Sul R$ 15.390,00
Pinheiros Zona Oeste R$ 13.380,00
Higienópolis Zona Oeste R$ 12.790,00
Jd. Anália Franco Zona Leste R$ 9.420,00
Alto da Moóca Zona Leste R$ 9.220,00
Santa Teresinha Zona Norte R$ 8.550,00
Alto de Santana / Santana Zona Norte R$ 8.540,00
Dados Setembro 2021
Grupo SP Imóvel

 

 


“Nós acreditamos que não haverá aquele `boom imobiliário´ ocorrido em meados de 2009 até 2013, aonde os preços dispararam em função da grande demanda de compra de imóveis ocorrida na época, mas os preços dos imóveis e os juros do financiamento tendem a subir gradativamente",  declara Marcel de Toledo, responsável pelo marketing digital e analista de mercado do Grupo SP Imóvel.



A cultura das famílias vem mudando ao passar do tempo, com isso, muitos casais estão optando em casar e constituir uma família cada vez mais tarde, e escolhendo ter apenas um filho. Com isso, nos últimos anos, o mercado apresenta crescimento nas comercializações de Kitnets, Studios e Apartamentos de 1 Dormitório à venda em São Paulo


Nos últimos anos, tem ocorrido muito mais lançamentos de Kitnets, Studios e Apartamentos de 1 ou 2 dormitórios de 45m² em São Paulo, justamente devido a esse grande crescimento de famílias pequenas com no máximo 1 filho, casais sem filhos ou solteiros e solteiras com foco no seu crescimento intelectual e profissional ao longo dos anos.


Das 60,0 mil unidades lançadas em 2020 na capital paulista, 33,3 mil unidades eram de 2 dormitórios – 55,5% do total lançado no ano passado. A segunda maior participação foi dos imóveis de 1 dormitório, com 19,8 mil unidades lançadas (33% do total), aponta o Anuário do Mercado Imobiliário divulgado pelo Sindicato da Habitação – Secovi.

 


 

Outra questão do mercado imobiliário de São Paulo que vem ocorrendo nos últimos anos, é o aumento do lançamento de ofertas SEM VAGA de Garagem.


Isso também ocorre devido à mudança de cultura da população mais jovem, que tem optado em não adquirir automóveis, dando prioridade aos veículos de aluguel, aplicativos de transporte, bicicletas, patinetes, etc.


Diante dessa mudança, as construtoras optaram em lançar unidades de Kitnets e Apartamentos sem vagas de garagem em toda a Capital Paulista, que proporcionam um preço mais baixo e geralmente com próximos as estações de Metrô, Trens e Corredores de Ônibus.


O déficit habitacional no Brasil ainda é muito grande. Pois o déficit habitacional corresponde ao número de moradias necessárias para a solução das necessidades básicas habitacionais em um determinado momento. São habitações que não atendem a um conjunto mínimo de serviços habitacionais.


De acordo com o Anuário do Mercado Imobiliário divulgado pelo SECOVI – Sindicato da Habitação, o estudo sobre o déficit habitacional da Fundação João Pinheiro demonstrou que em 2016, o déficit habitacional era de 5.657.249 unidades – 8,1% do total de domicílios particulares permanentes e improvisados do país. Após três anos, o número subiu para 5.876.699, o equivalente a 8,0% do total de domicílios particulares permanentes e improvisados do Brasil. 

 

A moradia é uma necessidade básica na vida. As pessoas sonham com a casa própria. Tem aqueles que vão se casar e vão sair da casa dos pais e buscam o seu próprio lar. Tem o casal que se separa e uma das partes precisa de um novo lugar para morar e tem aqueles que a família vai aumentar com a chegada de uma criança e muitas vezes precisam de uma casa maior. 


Conforme os dados levantados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) junto aos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais divulgados no Anuário do Mercado Imobiliário do Secovi, no ano de 2019, foram registrados 1.024.676 casamentos no Brasil, o que representa uma queda de 2,7% em relação aos 1.053.467 casamentos de 2018.


Casamentos representam a formação de novos arranjos familiares que, atualmente, estão entre os principais fatores na composição da demanda por imóveis. Outro fator importante na composição da demanda por imóveis são os divórcios que, por consequência da separação, geram a necessidade de pelo menos um imóvel a mais para acomodar um dos membros do casal.

No ano de 2019, na pesquisa de Estatísticas do Registro Civil, o IBGE apurou 383.286 divórcios concedidos em 1ª instância ou por escrituras extrajudiciais. O resultado representou uma redução de 0,5% em relação ao total de divórcios apurados em 2018 (383.286).


 

Somando os números de casamentos e divórcios do ano de 2019, a demanda potencial de mais de 1,4 milhão de consumidores de algum tipo de imóvel, sem contar as pessoas que desejam comprar um segundo imóvel para investimento ou para segunda moradia. Ou, ainda, aquelas famílias que querem sair do aluguel para adquirir imóvel próprio. Portanto, investir em imóvel significa segurança, patrimônio e a tão sonhada moradia!


A cidade de São Paulo é repleta de detalhes que a torna diferente de tudo, a cidade mais populosa é conhecida como a terra da garoa, do trânsito e do agito que ela proporciona aos mais de 12 milhões de paulistanos. 



E ao morar em São Paulo você tem a sua disposição uma infraestrutura única com bancos, escolas, universidades, supermercados, hospitais, shoppings, parques e muito mais para ter uma vida completa.


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Caso você esteja pretendendo vender o seu apartamento em São Paulo. Ofereça o seu Imóvel Gratuitamente no Portal SP Imóvel. Depois de cadastrados as imobiliárias conveniadas ao Portal, principalmente as Imobiliárias de São Paulo, entrarão em contato e farão a intermediação da venda, dando mais segurança jurídica ao negócio.

 

 

Fonte:  Registradores do Brasil, Abecip, Secovi e Banco de Dados dos Portais do Grupo SP Imóvel – Setembro 2021

 

Fonte:
SP Imóvel
O Portal de Imóvel em São Paulo de São Paulo
www.spimovel.com.br/
Equipe de Jornalismo
Grupo de Portais Imobiliários
SP Imóvel
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